Quarta-feira, 22 de Maio de 2019

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Alagoinhas
Publicada em 04/11/18 às 15:22h - 175 visualizações
Cemitérios de Alagoinhas recebem dezesseis mil visitantes no dia de Finados

Agnildo Santos


 (Foto: Agnildo Santos)

Dia de Finados ou simplesmente Dia dos Mortos? Considerado um feriado religioso, dedicado a orações e homenagens aos que se foram. No Brasil esse dia é tratado como um costume católico, no qual ocorrem visitas em sepulturas dos entes queridos, enfeites de túmulos com flores, acendimento de velas e rezas que são feitas em pró das almas.

Os registros históricos mostram que a tradição fora instituída pela Igreja Católica no século X D.C. Para que os vivos intercedessem pelas almas que estivessem no purgatório à espera da purificação. Entretanto o costume seria mais antigo do que se poderia imaginar, pois desde o século II. Já se teria indícios de cristãos rezando por seus falecidos, visitando os túmulos dos mártires e pedindo pelos que já haviam morrido assim a Igreja foi aos poucos aderindo ao costume e no século V, já havia se tornado comum rezar pelos mortos e em especial pelos que não tinham família e ninguém se lembrava de pedir por suas almas. O dia 02 de novembro se tornaria oficialmente dia de Finados a partir do século XIII.

Durante todo o dia dessa última sexta-feira dia (02/11) os seis cemitérios da cidade estiveram repletos de pessoas que visitavam os túmulos de seus entes queridos. Para isso contou com os preparativos de uma equipe da SESEP (Secretaria Municipal de Serviços Públicos).

A coordenação Geral dos Cemitérios informou que em relação ao apoio dado aos visitantes, eles contaram com as Igrejas do Sétimo Dia e Universal que levou um abraço e calor humano a aquelas pessoas que por visitarem túmulos acabavam chorando; além dessas agremiações religiosas contaram também com funerárias da cidade que deram assistência ao público.

Entre os visitantes do cemitério da Praça da Saudade, registramos a presença do prefeito Joaquim Neto e do chefe de gabinete Raimundo Queiroz. Realizamos uma entrevista com uma visitante do local, cujo nome era Luzia Sena, que falou da importância desse dia para ela, “trata-se de um tempo para se lembrar daquele que se foi recordar com amor, saudade e com alegria”. Luzia enfatizou que quem morre apenas se muda, mas não estão mortos.

Outra entrevistada nossa foi a vendedora ambulante Cilene, que nos falou da diminuição do comercio no local. Inclusive os garotos que lavavam e limpavam sepulturas deixaram de ganhar dinheiro, pois algumas pessoas ao irem ao local preferiam lavar, do que, pagar para outros fazerem.

A cidade conta com seis cemitérios, sendo eles:

Cemitérios Municipal Praça da Saudade, cemitério municipal Jardim Paraiso, Boa União, Riacho da Guia, Estevão e Sauipe.  

A Praça da Saudade, com dois mil e setecentos túmulos, são os jazidos perpétuos; Calú com dos mil e quinhentos jazidos; Riacho da Guia, com dois mil; Boa União com setecentos túmulos, sendo jazidos perpétuos; Sauipe, e Estevão, sendo que este último está fechado.

A coordenação Geral responsável pelos cemitérios na cidade nos informou que o número atingido de visitantes chegou a dezesseis mil pessoas, um número bem maior do que o esperado para 2018.

Reclamação dos ambulantes:

Os vendedores ambulantes instalados na frente do cemitério da Praça da Saudade nos procuraram e reclamaram muito da organização da SESEP, que deveria ter fechado a rua que fica em frente ao local, para facilitar o trabalho deles e a comercialização. Eles haviam solicitado isso diretamente ao coordenador geral Valquirio S. Cerqueira, mas nada foi feito. Porém durante entrevista cedida a Rse Noticias ele disse que havia enviado um ofício par a SMTT (Secretaria Municipal de Transporte e Trânsito), mas não poderia responder pela mesma, nesse caso seria de responsabilidade da referida secretaria, ele lembrou que talvez tivesse ocorrido algum imprevisto, mas não seria por isso retirado o brilho do atendimento que teve nesse dia.  Ainda acerca da reclamação dos ambulantes, para ele o ambulante, reclama de tudo! Quando a gente faz, reclama. Quando não faz também reclama. 




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